sábado, 25 de fevereiro de 2012

O carinha, aquele cara... George Harrison

Minha própria paranoia transforma tudo em pressa, mas para você eu precisava parar. Já deve ter uns pelo menos dois ou três textos sobre você aqui, sabia? Acredite... tratando-se de mim isso é muito.
Era 2001 e eu não fazia ideia de que o cara que sempre me entenderia estava indo dessa para melhor (imagino que esteja numa bem melhor). Mal devia saber os nomes dos Beatles. Não sou sua fã mais antiga, descobri esse seu nome tarde demais, descobri essa sua banda começando a adolescência só... É engraçado. Bandas vêm, bandas vão, as pessoas vêm e vão, os anos passam, mas a sensação de ouvir Beatles não muda. Que digam o que quiserem; vocês foram a primeira coisa que eu amei e com orgulho; talvez por isso o carinho.
Bem, um dia eu percebi suas letras e a sua voz delicada, o seu jeito doce de sempre me dar um tapa na cara, as coisas que me diz todo dia, a sua guitarra que chora gentilmente. E aí então fiquei o dia inteiro te enchendo o saco, pedindo ajuda, assentindo, derramando uma lágrima ou outra, sorrindo, começando a aprender, esperando, te devendo uma resposta.
Veja, isso não é um "parabéns", querido, não é tão simples... Um "obrigada"? Talvez. No fim é só uma enrolação pra dizer: amo você.

PS: usem a imaginação - ou o Google - e aí terão uma foto do querido de quem vos falo. Já perdi as esperanças em ter uma relação amigável com o blogger.

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