sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A gente vai levando

Acho que é como dizem, vida copia arte e arte copia vida. Acho que no fim elas andam de mãos dadas e uma dá as pernas que a outra não tem. Mas enfim, para comprovar isso eu encontro num desses livros que nos é imposta a leitura:

"A princípio isso incomodou-a, e tanto mais que ele não passava uma só vez que lhe não tirasse o chapéu com ar risonho: parecia-lhe semelhante coisa uma prova de desabrida falta de vergonha. Mais tarde começou a suspeitar que aquela passagem constante e aqueles cumprimentos deviam por força ter alguma explicação."

Com as devidas adaptações do século 19 para o 21 e o contexto e tudo mais, vem aquela sensação de que "não estou sozinha". Não sei vocês, mas eu gosto de me identificar com um punhado de letras de gente que sabe o que está falando (ou não).

Pois bem... é reflexo dos meus dias atrás.

Obs.: Memórias de um Sargento de Milícias provando que nem tudo são espinhos.

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